terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
O que seus olhos veem

Hora passa
Passa voando
Você nem nota
Ao abrir a porta
Um mundo repleto
De escuro, revolta, ignoro
Essa nossa falta de esperança
Não vai ficar bem
Bem nada fica
Se continuar ai nessa Zorra Total
Sai de baixo dessas cobertas
Vai pra frente do espelho
Leia o que seus olhos veem
Veja no que se transforma
O ser ao abrir a porta.
Beatriz Magalhães
terça-feira, 12 de julho de 2011
Já deu o tempo de brincar

Boca
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Então não diga nada.

Implausível. Eu admiro o ser que ouve. Escutar é tão ínfimo. Às vezes faz uma falta danada de alguém para ouvir você. As pessoas que te escutam é como se virassem e dessem vários socos no estômago, na mente, no ser. O melhor é ser entendido, em meio a essa confusão sonora, coisa a ser menos compreendida entre os reles mortais... ou até mesmo ignorada. Ignora a quem te ama, e eu cuspo na cara de quem pouco faz das minhas palavras.
B. M.
Ser onisciente de tudo, do mundo
Se sou ser inconstante, deixa eu ser assim
Pensante que apavora com o dizer
Que contradiz o eu ser
Que não agrada quem ama
Deixa eu gritar pra mim
Mesmo que erre e chore com querer
Arrepender de ter dito e feito
Feito rios que deságuam em uma casa
E desmorona na solidão.
Beatriz Magalhães


