quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



E os sonhos se evaporam feito a chuva que se choca com o sol escaldante.
A vida é bonita.
Mas o o homem insiste em atazanar
o que há de mais belo nela.
Finca a desilusão.
Finca a dor.
Finca o sofrimento.
Derruba os sonhos no chão e os enterra vivos.
Desgraça de homem.



Fotografia - Lina Magalhães

sábado, 4 de dezembro de 2010

Aguente.

Língua quente
torso quente
Pernas rente
Consequentemente
A gente sente
Algo excitante...

Bia Magalhães

De Tocqueville para o mundo:

Quero asas e
preciso que todos as tenham,
para poder voar!

(mire um mundo igual e livre)

B.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Teu nome me dá um arrepio. Toda vez que o ouço sinto uma pontada no peito lembrando das besteiras que falei e dos momentos que passamos juntos e das coisas que eu queria dizer, mas não disse e digo por orgulho. Toda vez que eu escuto teu nome penso, logo tenho que esquecer você.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Um noite de pijama, vinho e filmes...



...além dos sorvetes e espaguete e batata frita ^^
E como foi bom ter uma noite só da mulherada e entre amigas. Beber e conversar( todo munda acha que a gente só falou putaria...nada haver. Só um pouco) e assistir filmes... não mt legais mais que deu pra engolir. Receber amig
os a meia noite na porta de casa de pijama...kkkkkkkkkkkkk
Foi tão bom. Fazia tempo que não conversava com minhas amigas assim. Amo essas garotas!!!!
Então meu beijo mt especial a Paloma, Carolina e Luanaaa. Vcs estão no meu coração e nas lembranças!

Beijos meus e inté!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um filme por ai...


Não dava nada por esse filme, mas o texto dele é tão bonito e a sua fotografia mais intrigante ainda. Focos imperfeitos e inconstantes e uma escuridão que faz o público se encontrar e mergulhar no seu íntimo. Sei que a história não é a melhor de todas, mas a intensidade que os atores falam gesticulam, sua ignorância, seu egoísmo, sua paixão, significante e arrebatador.

sábado, 30 de outubro de 2010


Ah que saudade da maresia

Da ventania que corria sobre o cais

Ah, saudade daqueles tempos

Que corria sem medo de encontrar

Saudade do céu azul que hoje é cinza

do cheiro de terra molhada

e o prazer em viver que eu sentia

de olhar no porto

sendo louca, esperando o teu barco chegar.

Ah, porque não voltaste para meus braços

Como antes fazia, quando me olhavas ao longe

No mar

me comia e eu delirava com seu olhar.

Porque se deixou naufragar,

me deixando ao relento

a beira do mar.


Bia Magalhães